Escola Sabatina IASD Jardim Aeroporto

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14 de agosto de 2015 Missões transculturais – lição 8 | 15 a 22 de agosto Domingo | Segunda | Terça | Quarta | Quinta | Sexta VERSO PARA MEMORIZAR: “Eis aqui o Meu Servo, que escolhi, o Meu amado, em quem a Minha alma Se compraz. Farei repousar sobre Ele o Meu Espírito, e Ele anunciará juízo aos gentios” (Mt 12:18). Leituras da Semana:Jo 4:4-30; Mt 8:5-13; Mc 5:1-20; Mt 15:21-28; Lc 17:11-19; Jo 12:20-32 É interessante que Jesus tenha passado tanto tempo de Seus primeiros anos na Galileia, que era conhecida como a Galileia dos gentios (Mt 4:15), sem dúvida devido à influência não judaica na província. Nessa região, em Nazaré, Jesus passou a maior parte dos anos que precederam Seu ministério. Graças à sua localização, Nazaré ficava próxima às principais rotas usadas pelas unidades do exército romano, bem como pelas caravanas de mercadores. Consequentemente, Jesus deve ter tido contato com não judeus durante os primeiros anos de Sua vida (sem mencionar o tempo que Ele passou no Egito). Depois de ter sido rejeitado em Nazaré (Lc 4:16-31), Jesus centralizou Seu ministério em Cafarnaum, cidade galileia cosmopolita. Esses contatos com os gentios e com seu mundo impactaram significativamente Seu ministério e ensino. Embora Ele Se concentrasse em Israel, Sua preocupação era o mundo. Durante os mais de três anos de Seu ministério, entre o batismo e a ascensão, em pelo menos seis ocasiões Jesus teve contato direto com pessoas de outras nações. Nesta semana, examinaremos esses contatos nos relatos dos evangelhos. DOMINGO – A MULHER SAMARITANA No tempo de Jesus, o antigo Israel estava dividido em três províncias: Galileia, Samaria e Judeia. Samaria estava situada entre a Galileia e a Judeia. Os samaritanos adoravam o Deus de Israel, mas também adoravam deuses importados de terras pagãs. Como campo missionário inicial, Samaria era ideal para os apóstolos porque ficava geograficamente próxima de Israel. 1. Leia João 4:4-30. O que podemos aprender dessa história sobre a forma pela qual Jesus testemunhava aos não judeus? De que maneira Jesus ultrapassou os limites da tradição para alcançar essa mulher? A mulher samaritana era cautelosa, estava bem informada sobre a história de seu povo e fazia perguntas inteligentes. Ela conduziu a conversa com suas perguntas. Jesus, contudo, escolheu, dentre as perguntas e as declarações que ela fez, as coisas que a beneficiariam espiritualmente. O único ponto em que Jesus mudou a conversa foi quando disse a ela que trouxesse seu marido, sabendo que ela não era casada, mas havia tido vários maridos. Naturalmente, pedir-lhe que fizesse isso abriu caminho para que Ele a alcançasse, por mais desconfortável que ela tivesse se sentido. Contudo, ao agir dessa forma, Ele conseguiu testemunhar para ela de maneira poderosa. Além disso, não devemos passar por alto o que aconteceu em João 4:27. Os discípulos ficaram surpresos porque Jesus estava falando com uma estrangeira. Ele transgrediu alguns dos costumes judaicos: primeiro, pedindo a uma mulher samaritana que Lhe desse água; segundo, ficando sozinho com ela. Em Israel um homem não podia ser visto sozinho com uma mulher, a menos que ela fosse membro de sua família. Jesus seguia os costumes judaicos quando estava em Israel. No entanto, em Samaria Ele estava fora do território judeu, e não Se prendeu às tradições judaicas, embora, como vemos em outra parte, Jesus fizesse distinção entre as tradições criadas pelo homem e as ordens e preceitos de Deus. Você está disposto a sair de sua “zona de conforto” para ministrar a outros? Até que ponto você deve ir para cumprir essa missão? SEGUNDA-FEIRA – O OFICIAL DO EXÉRCITO ROMANO 2. Leia Mateus 8:5-13 e Lucas 7:1-10. O que essa história ensina sobre o fato de que até mesmo os maiores pontos de divisão cultural podem ser superados pelo evangelho? Em Cafarnaum um oficial romano da categoria dos centuriões (comandantes de 100 homens) procurou Jesus. Os judeus tinham ódio do exército romano, e muitos romanos odiavam os judeus. Apesar dessa grande divisão cultural e política, podemos ver aqui a estreita relação entre os romanos e os judeus. Lucas escreveu que o centurião foi até os “anciãos dos judeus” (Lc 7:3) para pedir que eles trouxessem Jesus para curar seu servo. É fascinante que eles fizeram exatamente isso, pedindo a Jesus que fosse curar o servo do homem. Quem eram esses anciãos? Os versos não dizem, mas parece que eles tinham um relacionamento diferente com Jesus em comparação com alguns outros líderes judeus. Entretanto, o centurião era, obviamente, um homem de fé. As palavras que ele disse a Jesus: “Apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado” (Mt 8:8) foram um admirável testemunho de sua fé nEle. O centurião “não esperou para ver se os próprios judeus receberiam Aquele que dizia ser seu Messias. Ao brilhar sobre ele ‘a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo’ (Jo 1:9, ARC), havia, embora à distância, discernido a glória do Filho de Deus” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 317). O centurião entendia e respeitava os pontos delicados da religião judaica. Ele sabia que, segundo a lei, não era permitido que um judeu entrasse na casa de um pagão; portanto, pediu que Jesus atuasse de longe. O servo foi curado. A fé do centurião pagão foi recompensada. Jesus mostrou que a experiência do centurião era um modelo do que ocorrerá no grande dia em que pessoas do mundo todo se unirão aos patriarcas judeus no banquete messiânico. Além das outras lições tiradas dessa cura, vemos que grandes pontos de divisão cultural não conseguiram manter a separação entre os judeus e esse romano. Que lições podemos obter quanto à necessidade de superar todas as diferenças culturais, mantendo a consciência limpa, a fim de alcançar outros? TERÇA – LIDANDO COM DEMÔNIOS 3. Leia Marcos 5:1-20 e Mateus 15:21-28. De que maneira Jesus Se relacionava com os não judeus? Qual é o significado das Suas palavras à mulher cananeia? Que lições os discípulos deviam aprender, vendo Jesus ministrar àqueles que não faziam parte do povo da aliança? A região dos gadarenos ficava na praia oriental do Mar da Galileia. Era uma área que antes havia sido dominada pela Grécia, mas que tinha se tornado parte da província romana da Judeia. O homem de Gadara estava obviamente possuído, e sua possessão se manifestava de forma horrível. Ele precisava verdadeiramente da ajuda divina, e a obteve. O fato de que essa libertação tenha ocorrido em território pagão é confirmado pela presença dos porcos. É interessante notar a reação à perda econômica quando os porcos se afogaram; o povo da cidade pediu a Jesus que saísse de seu território. Jesus, por Sua vez, pediu ao homem curado que ficasse. Ele devia testemunhar ao seu povo sobre Jesus; sem dúvida, sua vida transformada, ainda mais que suas palavras, seriam um poderoso testemunho. No incidente seguinte, a criança sidônia estava “endemoninhada e […] sofrendo muito” (Mt 15:22, NVI). Sua mãe, que era cananeia, ilustrava a mistura cultural que havia naquela região. Seus ancestrais cananeus haviam sido desalojados de sua terra quando Israel a herdou, sob a liderança de Josué. Nesse episódio, novamente, vemos Jesus interagindo com aqueles que não pertenciam a Israel. Ao falar com ela, Jesus usou uma linguagem um tanto áspera, comparando o povo dela a cães, mas isso provou a fé da mulher e mostrou sua humilde disposição de obter a ajuda de que necessitava. “O Salvador ficou satisfeito. Provou-lhe a fé nEle. Por Seu trato com ela, mostrou que aquela que era tida como rejeitada de Israel, não mais era estranha, mas uma filha na família de Deus. Como filha, teve o privilégio de partilhar das dádivas do Pai. Cristo assegurou-lhe então o que pediu, e concluiu a lição dada aos discípulos” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 401). A lição foi que, contrariamente ao que os judeus pensavam, a obra do evangelho não se destinava apenas a eles, mas devia ir também a outras nações. QUARTA – DEZ LEPROSOS 4. Leia Lucas 17:11-19. Que lições há nesse relato, independentemente de nossa nacionalidade ou origem? Note, primeiro, que todos aqueles homens conheciam Jesus. Chamaram-No tanto pelo nome quanto pelo título, suplicando Sua intervenção. O que é igualmente fascinante é que eles não foram purificados ali, naquele momento. Simplesmente lhes foi dito que fossem se apresentar aos sacerdotes, como é especificado em Levítico 14:2. O fato de que eles simplesmente se viraram e foram mostra que creram em Jesus e em Seu poder para curá-los. Porém, somente o samaritano expressou apreciação pelo que Jesus havia feito. Os outros nove não se esqueceram de ir aos sacerdotes, mas negligenciaram a gratidão para com Aquele que os havia curado. O samaritano, segundo o texto, voltou antes mesmo de chegar aos sacerdotes. Embora o texto não diga que os outros nove fossem judeus, o local torna isso muito provável; além disso, o fato de que Lucas mencionou especificamente que ele era um samaritano e que Jesus Se referiu a ele como “este estrangeiro” (Lc 17:18), torna provável que os outros nove fossem, de fato, judeus. Embora os judeus normalmente não se associassem com os samaritanos, a doença deles transcendeu essas barreiras. O infortúnio e a tragédia em comum, o que Albert Schweitzer denominou de “a comunhão do sofrimento”, havia derrubado uma divisão étnica. Sua necessidade comum de purificação, cura e salvação os havia aproximado coletivamente de Jesus. Contudo, os samaritanos e outros estrangeiros não eram o alvo imediato do ministério de Jesus: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 15:24). Primeiro Ele planejava estabelecer uma base missionária forte entre os judeus. Ao longo de todo o Seu ministério, porém, deu evidências a Seus seguidores de que o evangelho devia ir ao mundo todo. Embora esse ponto tenha se tornado claro somente após Sua ressurreição, mesmo antes disso Jesus fez coisas que deviam abrir a mente dos discípulos para a ideia de que a missão mundial se tornaria a principal tarefa deles. Embora todos esses homens tivessem mostrado fé, somente um deles voltou e agradeceu ao Senhor pelo que havia recebido. Por que o louvor e a ação de graças são tão importantes para a fé? Quais são as coisas pelas quais você deve ser grato? Você seria mais feliz se as conservasse sempre em mente? Existe maneira melhor de fazer isso do que agradecer a Deus por tudo que Ele faz em sua vida a cada momento? QUINTA – OS GREGOS E JESUS 5. “Ora, entre os que subiram para adorar durante a festa, havia alguns gregos; estes, pois, se dirigiram a Filipe, que era de Betsaida da Galileia, e lhe rogaram: Senhor, queremos ver Jesus. Filipe foi dizê-lo a André, e André e Filipe o comunicaram a Jesus. Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem” (Jo 12:20-23). Como esse incidente nos ajuda a compreender o sincero clamor das pessoas, em toda parte, por salvação, esperança e respostas que só podem ser encontradas em Jesus? Esses gregos eram provavelmente conversos ao judaísmo, uma vez que lhes foi permitido entrar na área do templo, pelo menos até ao pátio dos gentios. Comentaristas têm notado que os gregos foram até Filipe, que, embora judeu, tinha nome grego, o que talvez os tivesse atraído a ele. Assim, embora uma obra cristã pioneira possa ser realizada por missionários estrangeiros que tenham sensibilidade cultural e uma solidária compreensão das pessoas que desejam ganhar para Cristo, o trabalho inicial mais eficaz é feito por pessoas que têm a mesma cultura ou experiência das pessoas a serem alcançadas. Os gregos vieram somente alguns dias antes da crucifixão de Jesus. Sem dúvida ficaram impressionados com Suas palavras sobre Seu sofrimento, morte e vitória final. Além disso, a voz do Céu lhes deu o que pensar. Jesus teria sido encorajado pelo desejo deles de vê-Lo. A chegada deles assinalou o início da evangelização mundial. Ela foi predita até pelos fariseus, que exclamaram: “Eis aí vai o mundo após Ele” (Jo 12:19). O que vemos nessa narrativa são homens de fora do judaísmo que desejavam ir a Jesus. Que sinal de que o mundo estava pronto para Sua morte expiatória! Esses gregos, representando as nações, tribos e povos do mundo, estavam sendo atraídos para Ele. Em breve a cruz do Salvador atrairia a Ele as pessoas de todas as terras e de todas as épocas subsequentes (v. 32). Os discípulos encontrariam o mundo pronto para receber o evangelho. Leia João 12:20-32. O que Jesus estava querendo dizer ao falar sobre perder a vida para preservá-la? Dentro do contexto imediato da passagem, por que Ele disse isso? Você já experimentou isso? SEXTA – ESTUDO ADICIONAL “Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos Céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt 8:11, 12). Embora essas palavras tenham sido ditas num contexto específico, em referência a pessoas específicas, não devemos perder de vista o princípio. Aqueles que receberam grandes privilégios, grandes vantagens em termos de verdades espirituais e teológicas, precisam tomar cuidado. É fácil desenvolver a satisfação própria em relação a verdades que nos foram dadas, verdades que, em alguns casos, ninguém mais está pregando e ensinando. Primeiro, precisamos nos certificar de que permanecemos fundamentados nessas verdades; então, em segundo lugar, precisamos estar dispostos a ensiná-las àqueles que não as conhecem. Perguntas para reflexão 1. A cruz nos mostra a universalidade dos seres humanos. Diante de Deus somos todos pecadores e precisamos da graça para salvação. Contudo, muitos grupos, ao longo da História, se consideraram superiores. Isso ocorre com você e com seu grupo étnico, social, financeiro ou cultural? De que forma você abriga um senso de superioridade em relação a outros diferentes de você? O que está errado com essa atitude, e como você pode aprender, ao pé da cruz, a mudá-la? 2. A mulher junto ao poço voltou e testemunhou ao seu povo sobre Jesus. O que isso nos ensina sobre as missões e a importância de usar as pessoas de uma determinada cultura para alcançar seu povo? 3. Os gregos desejavam ver Jesus. Sem dúvida ouviram falar dEle ou testemunharam algumas das coisas que Ele havia feito. Jesus, é claro, está no Céu agora, e a igreja, Seu povo, O representa na Terra. O que isso significa para nós em termos de estilo de vida e do testemunho que damos?

Published on 2015-08-20 20:51:49 GMT

› INTRODUÇÃO Fonte: A | A | A Comentário por Pr. Albino Marks envie para um amigo | versão para impressão “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, chamar” (At 2:38, 39).Como entender a mensagem do evangelho da salvação em relação às várias culturas? Em quais questões a mensagem do evangelho é absoluta para todas as culturas e quais são relativas? Para Israel, no deserto do Sinai, o Senhor deu orientações sobre estas questões: “Não procedam como se procede no Egito, onde vocês moravam, nem como se procede na terra de Canaã, para onde os estou levando. Não sigam as suas práticas. Pratiquem as minhas ordenanças, obedeçam aos meus decretos e sigam-nos. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês” (Lv 18:3 e 4, Nova Versão Internacional). Na sequência, os capítulos 18 a 20 analisam e orientam sobre grande número de práticas espirituais e morais como instruções claras sobre o que deviam rejeitar e como deviam proceder seguindo os princípios ensinados por Deus. Para libertar o homem do pecado, o plano da salvação estabelecido por Deus é absoluto. A salvação é uma dádiva da graça de Deus por meio de Cristo Jesus mediante a fé. “Não há salvação em nem um outo, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4:12, Nova Versão Internacional). Para o pecador que aceita a salvação provida por Deus, a conduta espiritual e moral alicerça-se nos princípios determinados por Deus que também são absolutos. Não é possível misturar princípios espirituais e morais estabelecidos por Deus com ensinamentos de homens. (Mc 7:8). Isto significa que no terreno das doutrinas, as culturas não têm condições de interferir. No entanto, existem costumes e práticas que diferem entre as culturas, mas ainda assim os conceitos de moralidade estarão manifestos nos procedimentos dos filhos de Deus. O conhecimento dos princípios orientadores de Deus determinam o que pode continuar e o que deve ser abandonado de costumes culturais. “Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente” (Tt 2:11 e 12, Nova Versão Internacional). Pelos relatos do historiador Lucas, pelas cartas de Pedro e dos outros apóstolos, entendemos que este foi o procedimento da Igreja apostólica com as diferentes culturas. Pense: “E disse-lhes: ‘Vocês estão sempre encontrando uma boa maneira de pôr de lado os mandamentos de Deus, a fim de obedecerem às suas tradições!’” (Mc 7:9, Nova Versão Internacional). Desafio: “Por meio dele e por causa do seu nome, recebemos graça e apostolado para chamar dentre todas as nações um povo para a obediência que vem pela fé” (Rm 1:5, Nova Versão Internacional). PEDRO NO PENTECOSTES Fonte: A | A | A Comentário por Pr. Albino Marks envie para um amigo | versão para impressão No sermão da montanha Jesus declarou que por meio de duas evidências inquestionáveis poderiam saber se Ele era o Messias ou não: se nEle se cumprisse tudo o que era tipificado pelos serviços do santuário e tudo o que os profetas predisseram a respeito do Messias. No sermão do Pentecostes, Pedro colocou perante os seus ouvintes que estavam atônitos por tudo o que estavam ouvindo sobre as maravilhas de Deus, estas duas evidências. As mensagens proféticas prediziam a vinda dos tempos de refrigério espiritual, quando o poder do Espírito Santo envolveria com poder os mensageiros de Deus, proclamando a Sua salvação. Tudo o que estavam contemplando era o cumprimento do “propósito determinado” por Deus no sacrifício Substituto, tipificado no cordeiro do santuário e revelado pelo “pré-conhecimento” de Deus, anunciando-o pelos profetas. (At 2:23). Durante o Seu ministério Jesus por diversas vezes chamou a atenção da liderança espiritual e do povo para estas evidências de Sua messianidade: “Vocês estudam cuidadosamente as Escrituras, porque pensam que nelas vocês têm a vida eterna. E são as Escrituras que testemunham a meu respeito; (...) Se vocês crescem em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito. (...). Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (Jo 5:39, 46 e 7:38, Nova Versão Internacional). Pedro continua com seu argumento sobre estas evidências que foram rejeitadas, e com a participação de homens perversos O mataram, mas que Deus O “ressuscitou dos mortos, rompendo os laços da morte, porque era impossível que a morte o retivesse” (At 2:24, Nova Versão Internacional), porque é o Messias prometido e esperado, e “Deus o fez Senhor e Cristo” (At 2:36). Pedro proclama que o Senhor e Cristo é o cumprimento da promessa que é para vós, “para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar” (At 2:39, Almeida Revista e Atualizada). Pedro reconhece e proclama que a salvação é o “eterno plano de Deus que Ele realizou em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Ef 3:11). Este plano não conhece fronteiras, como ficou demonstrado no dia do Pentecostes. É para os de perto e para os de longe e para todos aqueles que ainda seriam chamados por Deus. Pense: “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava” (At 2:4, Nova Versão Internacional). Desafio: “E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (At 2:21, Nova Versão Internacional).

Published on 2015-08-23 15:03:40 GMT

A CONVERSÃO DE CORNÉLIO – PARTE 1 Fonte: A | A | A Comentário por Pr. Albino Marks envie para um amigo | versão para impressão Lucas relata a conversão de Cornélio, um oficial do exército romano, que estava cumprindo as suas responsabilidades em Cesaréia. Lucas não informa como este gentio romano foi despertado para o conhecimento de Deus, desenvolvendo com toda a sua família uma experiência espiritual, que é qualificada como “piedosa e temente a Deus”. Este relacionamento ele expressava por meio de atos generosos e em frequentes períodos de oração. Deus necessitava demonstrar para a Igreja que estava nascendo, fundada sobre os ensinos de Jesus, de que o plano da salvação é uma mensagem para todos os seres humanos porque todos pecaram. Os preconceitos dos judeus, que também dominavam sobre os discípulos, eram tão fortes contra as outras etnias, que os ensinos de Jesus e Sua maneira de relacionar-Se com os marginalizados, não abriram a mente para a universalidade do plano da salvação. Parece também, que a demonstração do Espírito Santo no dia do Pentecostes, não foi compreendida ou, no mínimo, logo esquecida. Deus despertou um gentio que pertencia à nação opressora e comunicou ensinamentos em duas direções: o plano da salvação é de Deus, mas a comunicação e seu ensino é missão de quem já conheceu e aceitou o plano: Vá, e conte aos outros o que Deus fez por você. Neste contexto, Deus orientou Cornélio para procurar a Sua Igreja e obter o ensino do conhecimento da Sua vontade. Para Pedro e a igreja, Deus ensinou que para Ele não existe judeu, nem grego, nem romano. “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus” (Rm 3:23 e 24, Nova Versão Internacional). A revelação abriu a mente de Pedro, que ao tomar conhecimento da parte de Cornélio de como foi orientado por um anjo, para obter maior conhecimento da vontade e do plano de Deus, que fez a sua confissão perante Cornélio: “Agora percebo verdadeiramente que Deus não trata as pessoas com parcialidade, mas de todas as nações aceita todo aquele que o teme e faz o que é justo” (At 10:34 e 235, Nova Versão Internacional). Pense: “Suas orações e esmolas subiram como oferta memorial diante de Deus. Agora, mande alguns homens a Jope para trazerem um certo Simão, também conhecido como Pedro” (At 10:4 e 5, Nova Versão Internacional) Desafio: “Mas Deus me mostrou que eu não deveria chamar impuro, ou imundo a homem nenhum. Por isso, quando fui procurado, vim sem qualquer objeção” (At 10:28 e 29, Nova Versão Internacional).

Published on 2015-08-24 23:06:40 GMT

A CONVERSÃO DE CORNÉLIO – PARTE 2 Fonte: A | A | A Comentário por Pr. Albino Marks envie para um amigo | versão para impressão Depois de Deus revelar através de uma visão que Cornélio devia procurar um mensageiro Seu, chamado Pedro, na cidade de Jope, para obter orientações sobre o plano da salvação, revelou também a Pedro por meio de uma visão, estranha para ele, de que o que ele considerava imundo, tinha grande valor para Deus. Enquanto Pedro estava refletindo sobre o que vira e procurando entender o que aquilo poderia significar, recebeu nova visão com a mensagem do Espírito Santo de que alguns homens estavam em sua procura e que devia segui-los. Em harmonia com o relato de Lucas, conforme analisado ontem, Cornélio já havia passado por um processo de conversão do paganismo para o teísmo influenciado pelo judaísmo, porque declara que toda a sua família era piedosa, temendo a Deus e buscando compreender a Sua vontade dirigindo-Lhe súplicas. (At 10:2). Também declara que era “respeitado por todo o povo judeu” (At 10:22). Quando Pedro se apresentou na casa de Cornélio, este, mostrou-se muito feliz com a sua vinda externou os seus sentimentos de que ali estavam na presença de Deus, desejosos de ouvir a Sua palavra e todas as revelações sobre o plano da salvação. (At 10:33). O detalhe que chama a atenção na declaração de Cornélio é a sua compreensão de que o relacionamento com Deus fundamenta-se na fé e na obediência. “Agora estamos todos aqui na presença de Deus, para ouvir tudo que o Senhor te mandou dizer-nos” (At 10:33, Nova Versão Internacional). Cornélio e sua família estavam prontos para ouvir, aceitar e praticar tudo que o Senhor mandou a Pedro lhes transmitir. Pedro, nesta missão, tornou-se o primeiro evangelista do Reino pregando o evangelho para gentios. Para Pedro, a barreira de separação fora derribada, e não só passou a partilhar com os gentios a comunhão espiritual, mas também da mesa do pão material. Assim como Deus colocou Cornélio em contato com o Seu mensageiro, da mesma forma ensinou para Pedro que Ele é Deus para todos os povos. (Is 56: 7 e 8). Este método de Deus agir, Pedro colocou perante a liderança da Igreja Apostólica quando foi questionado de associar-se com incircuncisos. (At 11:1-3). Relatando a sua experiência com a visão de animais imundos, e de Cornélio com a visão da visita de um anjo, se vale das palavras de Cornélio: “Mande buscar, em Jope, a Simão, chamado Pedro. Ele lhe trará uma mensagem por meio da qual serão salvos você e todos os de sua casa” (At 11:13 e 14, Nova Versão Internacional). Pense: “Pois mostram que as exigências da Lei estão gravadas em seu coração. Disso dão testemunho também a sua consciência e os pensamentos deles, ora acusando-os, ora defendendo-os” (Rm 2:15, Nova Versão Internacional). Desafio: “Não há diferença entre judeus e gentios, pois o mesmo Senhor é Senhor de todos e abençoa ricamente todos os que o invocam, porque ‘todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo’” (Rm 10:12 e 13, Nova Versão Internacional).

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